O lead chega pelo WhatsApp, a venda fecha no CRM semanas depois e a plataforma de anúncio nunca fica sabendo. O True Conversions liga o clique à venda — mesmo sem formulário no meio do caminho.
São dois caminhos diferentes até a mesma conversa — e, nos dois, a identidade do clique se perde antes de virar lead.
O visitante chega pelo anúncio, abre a sua página e clica no botão de WhatsApp. Nesse pulo, ele sai do navegador e vai para o aplicativo — sem preencher formulário. O código do clique (gclid) fica na página que ele acabou de abandonar, e o lead aparece no CRM só com um telefone, sem nenhuma pista de qual anúncio o trouxe.
Um anúncio de clique para WhatsApp abre a conversa direto no aplicativo. Não há site no meio: nenhuma página carrega, nenhum pixel dispara e nenhum clique ID entra pela URL. A campanha enxerga que uma conversa começou — e para por aí, sem saber quais dessas conversas viraram venda.
A ponte guarda a identidade do clique no início da conversa e a reencontra quando a venda finalmente acontece.
A plataforma de atendimento envia um webhook ao True Conversions no primeiro contato, com a identidade do clique que originou a conversa. No caso do Google, o tc.js marca os links de WhatsApp do seu site com um código de referência que viaja junto na mensagem.
A conversa vira lead, o lead vira negociação e a venda fecha dias ou semanas depois, no CRM. Quando o lead avança, o True Conversions junta as duas pontas pelo telefone — o mesmo número dos dois lados.
Lead qualificado, proposta, venda fechada: cada marco do funil é enviado server-side ao Google Ads como a sua própria conversão, para que o algoritmo otimize por quem realmente vira cliente — e não por todo clique. Na venda, o valor real do negócio pode acompanhar. Na Meta, em breve.
A ponte não serve para toda operação — e é melhor você saber disso antes de criar a conta do que depois.
É ela que recebe as mensagens e avisa o True Conversions quando uma conversa começa. Temos guia pronto para o ManyChat, e qualquer plataforma que envie webhooks se conecta pela integração genérica.
É no CRM que o funil acontece e que a venda é registrada. Sem ele, não há marco de funil para devolver às plataformas de anúncio.
Campanhas no Google Ads que levam a uma página com botão de WhatsApp — e, em breve, anúncios de clique para WhatsApp na Meta.
Um limite honesto: o aplicativo WhatsApp Business comum, rodando sozinho no celular, não tem como enviar webhooks. Sem uma plataforma de atendimento por trás, não existe o aviso de que a conversa começou — e a ponte não funciona.
Sem conversões de volta, o algoritmo otimiza pelo único sinal que tem: quem clica e quem inicia conversa. Ele fica muito bom em trazer conversas — inclusive as que nunca compram, porque não existe nada dizendo o contrário.
Quando os marcos do funil voltam — lead qualificado, proposta, venda —, o lance inteligente passa a aprender com quem vira cliente, e não só com quem inicia conversa. É o mesmo motor que o True Conversions já usa nos leads de formulário — aqui, aplicado a um fluxo onde o formulário nunca existiu.
Temos um guia passo a passo para o ManyChat. Além dele, qualquer plataforma de atendimento ou chatbot que consiga enviar um webhook se conecta pela integração genérica: basta apontar um webhook para a URL que o True Conversions gera para o cliente, com o telefone e os dados do anúncio. A plataforma precisa apenas conseguir disparar uma requisição quando uma conversa começa.
O que a ponte exige é que a sua plataforma de atendimento receba as mensagens e consiga repassá-las por webhook. Plataformas construídas sobre a API oficial recebem os dados do anúncio junto com a primeira mensagem; soluções não oficiais podem simplesmente não repassar esses dados, e nesse caso não há o que capturar. Se você já usa uma plataforma de atendimento, o caminho mais rápido é testar: o painel mostra as capturas recebidas.
É o código que a Meta cria quando alguém clica em um anúncio de clique para WhatsApp (click-to-WhatsApp). Ele identifica aquele clique específico e chega junto com a primeira mensagem da conversa, no webhook que a sua plataforma de atendimento recebe. É o equivalente, nesse fluxo, ao que o gclid é para o Google: sem ele, não há como dizer à Meta qual anúncio gerou a venda.
Esse é exatamente o caso que a ponte resolve. A conversa costuma ser só o começo: depois o lead vai para o CRM, fala com um vendedor e fecha semanas mais tarde. O True Conversions não depende de nada acontecer dentro do WhatsApp — ele guarda a identidade do clique e junta ao lead pelo telefone quando o CRM avança, seja qual for o canal em que a venda se concretizou.
O telefone é guardado apenas como hash SHA-256 — uma sequência irreversível que serve para comparar dois números, não para lê-los. O conteúdo das mensagens não é armazenado: o que chega no webhook é usado para extrair a identidade do clique e depois descartado. Para as plataformas de anúncio, os dados pessoais também seguem hasheados, no padrão que elas mesmas exigem.
Nada além do que você já paga: a ponte de WhatsApp está incluída nos planos do True Conversions, sem custo adicional. É o mesmo motor que já envia as conversões dos leads de formulário, aplicado a um fluxo em que o formulário não existe.
A conversa começa no WhatsApp e a venda fecha no CRM. O True Conversions liga as duas pontas e devolve cada marco do funil como uma conversão — no Google Ads hoje, na Meta em breve.